Grupo Burguês projeta expansão consistente em 2026 e mira 252 unidades no país

O Grupo Burguês anuncia um novo ciclo de crescimento para 2026, com foco em uma expansão estruturada e sustentável. Reconhecido como um dos maiores players de delivery de alimentação no país, aposta na ampliação da sua presença nacional por meio do modelo de operação casada, que integra até cinco das sete marcas do portfólio – Ex-Touro, O Burguês, O Fornês, Seu Vidal, House Forneria, Crepelocks e B de Burger – em uma única dark kitchen.

Com esse formato de negócio, que utiliza áreas a partir de 60 m², o grupo aumenta a capilaridade das marcas, reduz custos fixos, testa novos mercados e acelera o retorno sobre o investimento inicial, que gira em torno de R$ 300 mil.

A operação casada torna-se mais simplificada, com otimização da equipe e redução de custos operacionais. Isso potencializa o faturamento da loja e aumenta a recorrência de clientes – explica o novo diretor de expansão do Grupo Burguês, Pedro Marçal.

Atualmente com 202 unidades ativas em 13 estados brasileiros, o grupo projeta alcançar 252 operações até dezembro de 2026, consolidando sua presença em diferentes regiões. Ao todo, já são 50 contratos firmados para novas aberturas, distribuídos de forma estratégica entre as regiões Sul (22), Sudeste (18) e Nordeste (10)**.

Cidades como Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Londrina lideram a expansão no Sul com unidades que reúnem Ex-Touro, Burguês, Seu Vidal e B de Burger. No Sudeste, o crescimento se concentra em praças como São Paulo, Campinas, Sorocaba, Santos, Rio de Janeiro, Juiz de Fora, Vitória e Belo Horizonte. Já no Nordeste, capitais como Recife, Fortaleza, Natal, Maceió e Salvador estão entre os principais mercados contemplados.

A rede também prevê um investimento anual superior a R$ 2,4 milhões em iniciativas voltadas para campanhas institucionais, performance digital, posicionamento regional e suporte contínuo à rede. “Prevemos um avanço progressivo ao longo do primeiro semestre, seguindo com uma desaceleração natural no último trimestre do ano. Tal movimento é planejado para garantir qualidade na escolha dos pontos e excelência na execução operacional”, conclui Marçal.