Bibi aposta em experiência no varejo e registra aumento de 26% nas vendas em sua loja conceito

Projeto Bibiland reforça estratégia da marca de transformar a operação em um espaço de relacionamento com o consumidor e fortalecimento de marca

Em um cenário em que o varejo físico busca cada vez mais diferenciação e conexão com o consumidor, a Calçados Bibi tem investido em novos formatos de experiência dentro de suas lojas. Um dos principais projetos nesse sentido é a Bibiland, um espaço conceito criado pela marca para transformar o ponto de venda em um ambiente de interação entre pais, crianças e o universo infantil. Desde a implantação realizada em março de 2025, em Parobé (RS), a operação registrou um crescimento médio de 26% nas vendas, com destaque para o primeiro mês, que apresentou um aumento expressivo de 80%.

Para a presidente Andrea Kohlrausch, o resultado reforça a estratégia da empresa de enxergar o varejo físico como um canal tanto para venda de produtos quanto como uma plataforma de relacionamento com o cliente, investindo em experiências para todos os públicos. Além do aumento no faturamento, a Bibi notou maior retenção de clientes, fidelização de novos consumidores e o uso de ferramentas de relacionamento, como giftback, ampliando o foco para métricas que vão além da venda imediata.

Outro reflexo após um ano da abertura da Bibiland é o aumento no tempo de permanência das famílias dentro da loja. O espaço, que conta com elementos lúdicos e áreas com brinquedos dedicados às crianças, além de uma cafeteria especializada, faz com que pais e filhos permaneçam mais tempo no ambiente, fortalecendo a conexão com a marca. Assim, toda a jornada na unidade contribui para transformar clientes em fãs, criando uma conexão emocional.

“A Bibiland nasceu da nossa visão de que a loja física precisa evoluir para um espaço de experiência e relacionamento. O consumidor de hoje busca mais do que produtos, ele quer vivenciar a marca e criar momentos especiais com a família”, afirma Andrea Kohlrausch.

Segundo a executiva, a estratégia também fortalece o posicionamento da Bibi no varejo, ao transformar a loja em um canal de comunicação da marca. Nesse formato, elementos como vitrines, ambientação e displays passam a ter um papel mais estratégico na construção da narrativa e da identidade. Neste caso, a vitrine não apresenta apenas produtos, mas conta histórias: os displays não informam somente atributos técnicos, mas educam e constroem autoridade; e a ambientação não é decorativa, ela comunica valores.

“Quando a família entra na loja, ela não busca apenas um produto, mas segurança, acolhimento e confiança. É nesse momento que a marca deixa de ser apenas fornecedora de calçados e passa a ser parceira no desenvolvimento infantil. O atendimento atencioso, a explicação clara das tecnologias e o ambiente pensado para que a criança participe da escolha tornam a experiência significativa. Essa vivência gera uma memória positiva que, posteriormente, se transforma em vínculo e fidelização”, explica Andrea.

De olho no potencial da flagship, a Bibi avalia expandir o conceito da Bibiland para grandes centros urbanos, como São Paulo e outras capitais, ampliando a estratégia de transformar as lojas em hubs de experiência dentro de uma abordagem omnichannel.

A unidade física continuará sendo um pilar fundamental, mas entendemos que nos próximos anos, a tendência é que a loja evolua de um ponto tradicional de venda para um espaço de relacionamento e construção de marca. Mais do que vender produtos, a proposta é criar memórias positivas entre pais e filhos, reforçando o propósito da Bibi de fazer o bem para gerar boas lembranças”, finaliza a presidente.