Em menos de 6 meses, modelo de microfranquia ganha tração e mira 60 novas unidades no país

Com menos de seis meses de operação, modelo já soma 20 contratos fechados e unidades com payback em curto prazo

Com menos de seis meses desde o lançamento do modelo de microfranquias, a Rooftop, proptech pioneira e única em soluções institucionais de liquidez imobiliária para imóveis sob pressão, já começa a provar os primeiros sinais de tração operacional e comercial. A empresa, que conta hoje com oito unidades em operação nas cidades de São Paulo, Curitiba, Goiânia, Araçatuba e Florianópolis, projeta a abertura de mais 60 unidades até o fim do ano.

A estratégia reforça a aposta da proptech na expansão via presença regional para distribuição de soluções imobiliárias conectadas a estruturas reguladas do mercado financeiro, incluindo fundos listados na B3.

Segundo Daniel Gava, CEO da Rooftop, o modelo busca equilibrar capilaridade comercial e profundidade local. “A proposta é ampliar o acesso a soluções de capital lastreadas em imóveis residenciais de alto padrão, mantendo previsibilidade operacional e padronização do modelo”, conta.

Os primeiros resultados operacionais mostram velocidade de maturação bem acima da média tradicional do setor de franquias. Quatro microfranquias já operam há cerca de três meses e duas delas atingiram payback sobre o investimento inicial aproximado de R$ 25 mil, sendo um curto intervalo de tempo. Além disso, os primeiros contratos começam a ser fechados durante ou logo após o período de treinamento.

Desde o início da operação, os franqueados já somam cerca de 20 contratos fechados com ticket médio que gira em torno de R$ 1,2 milhão por operação. “Esses números reforçam a tese de que produtos imobiliários estruturados, combinados com atendimento consultivo, presencial, com conhecimento e presença local, podem catalisar o ciclo comercial gerando valor para o franqueado, o cliente e a Rooftop”, afirma Gava.

O movimento acontece em um momento de maior interesse por empreendedorismo e alternativas que transformam patrimônio imobiliário sob pressão em liquidez de capital, sem necessariamente exigir a venda definitiva do patrimônio, tendência que ganha força especialmente em mercados maduros e grandes centros urbanos.

CashPlanners

Segundo o empresário, o modelo de microfranquia foi criado para ampliar a distribuição do HomeCash por meio de profissionais com vasto conhecimento local, chamados de CashPlanners. Esses franqueados são responsáveis pelo desenvolvimento de negócios, atuando de forma consultiva sobre a solução, com prospecção ativa, relacionamento e acompanhamento de clientes interessados em transformar imóveis residenciais sob pressão em liquidez de capital para reorganizarem suas financas.

O HomeCash permite que proprietários recebam cerca de 60% do valor do imóvel à vista, com possibilidade de recompra em até 18 meses. Durante esse período, o cliente usa o recurso como quiser e continua morando no imóvel mediante pagamento de aluguel mensal, mantendo flexibilidade financeira sem precisar vender definitivamente o ativo.

Para operar, o franqueado realiza um investimento inicial de R$ R$ 34.900 mil à vista, podendo optar pelo parcelamento, e passa por treinamento técnico, comercial e regulatório, sendo previsto o payback após o terceiro mês de operação, com uma remuneração média mensal de R$ 50 mil após o 12º mês. O negócio é estruturado para ser enxuto, sem necessidade de escritório físico ou time próprio, contando com suporte jurídico de ponta, apoio operacional e comercial da franqueadora.

O resultado financeiro ocorre ao longo de cada etapa da operação imobiliária. O modelo prevê até cinco comissões dentro de uma mesma transação, desde a aquisição do imóvel até eventuais etapas posteriores, como locação ou venda no mercado. “Como as operações envolvem imóveis residenciais de alto valor, cada negociação pode gerar retorno relevante para o franqueado, reconhecimento e perspectiva de crescimento”, explica o executivo.