Lançada há 10 anos, no Rio de Janeiro, por Mariana Ferolla e Diogo Zaverucha, a Tapí Tapioca e Açaí trilhou um caminho consistente, inaugurou cinco lojas próprias em solo carioca e ampliou suas potencialidades por meio de franquias de operação otimizada. Das 12 unidades, duas estão instaladas em São Paulo, cidade onde a marca projeta abrir mais 10 lojas em 2026, ultrapassando o faturamento de R$17 milhões. O lançamento da Tapí em formato de quiosque com 12 m², idealizado para funcionar em shoppings e aeroportos, é parte da estratégia para alcançar as metas de expansão. A primeira unidade neste formato foi inaugurada há menos de um mês, no Vogue Square, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.
A ampliação da rede vem sendo viabilizada em conjunto com o Grupo Arcca, uma holding de franqueadoras multimarcas que tem entre seus pilares o uso da tecnologia como ferramenta de gestão. Com mais de 100 mil pedidos por ano atendidos via delivery, 300 mil açaís vendidos e 1,5 milhões de tapiocas servidas em lojas de rua, a marca estreia em fevereiro o novo formato de atuação. Promete mesma lucratividade mensal de 12%, investimento menor e operação dinâmica. Os quiosques, com 12 m², demandam investimento de R$280mil, com previsão de faturamento de R$90 a 115mil/mês e retorno no prazo de 24 meses. Para os empreendedores interessados em apostar nas lojas de rua, com tamanho médio de 45m², o valor que a Tapí propõe para que as “ocas”, como carinhosamente são chamadas suas unidades, sejam inauguradas é de R$400 mil, mesmo percentual lucrativo e faturamento mensal a partir de R$135 mil, com payback de 24 a 30 meses.
Entre os bairros paulistanos de forte interesse para aberturas com ambos os formatos estão Moema, Jardins, Vila Olímpia, Vila Madalena além de shoppings de público AB de toda a Grande São Paulo.
A Tapí Tapioca e Açaí conquistou posto entre as referências cariocas no segmento de alimentação natural, reverenciando ingredientes brasileiros, clean label e o uso de energia limpa. Batizada de Tapí Solar, a inciativa que propõe o uso de painéis solares é uma das saídas encontradas para reduzir custos com energia elétrica, um dos gastos operacionais de grande relevância no setor, além de buscar diminuir impactos ambientais. O modelo de compensação de créditos é baseado em fazendas solares compartilhadas, proporcionando descontos de 15% nas contas de energia sem necessidade de instalação de placas ou investimentos. O uso da energia solar é umas das formas de atuação, que se soma a descarbonização de sua matriz elétrica, equalizando o uso de energia limpa ao propósito e lucro, ressaltando a importância de um ESG financeiramente sustentável.






