Sua empresa precisa de capital de giro? Financiamento é opção de crédito

Publicado em 05/12/2019 por Imprensa

Falta do recurso leva muitas empresas a fecharem as portas

Abrir um negócio exige uma série de cuidados, mas a principal delas é montar um plano de negócios e realizar uma análise de viabilidade econômica da empresa. Nesse ponto, uma das questões mais importantes é avaliar se há o capital de giro para tocar o empreendimento. Muitos empresários, nesse momento, precisam recorrer à uma solução. E para isso, o mercado oferece algumas opções, entre elas o financiamento empresarial.

O capital de giro é essencial para garantir a sobrevivência do negócio. O termo se refere ao dinheiro que o empresário deve ter em caixa para despesas do dia a dia, como manter estoques, financiar clientes, pagar fornecedores, pagar tributos, salários e demais custos e despesas operacionais.

Odair Belletani, diretor comercial do Banneg, Banco de Negócios diz que precisar de capital de giro é uma situação que exige solução rápida para levantar recursos. “Se falta dinheiro no caixa, a empresa não sai do lugar e pode até mesmo ir à falência”, comenta.

Motivo de falência

E ele está certo. Pesquisas dizem que esse é um dos motivos pelo qual muitas empresas fecham as portas. Segundo o estudo “Panorama dos Pequenos Negócios 2018” desenvolvido pelo Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), cerca de uma a cada quatro empresas registradas no CNPJ fecha antes de completar dois anos (no mercado do Estado de São Paulo), ou seja, 23,7% não sobrevivem.

As causas, segundo o levantamento são: donos de negócios que não conheciam o perfil sobre os seus possíveis clientes, como, por exemplo, quantos eles eram e quais os hábitos que tinham (46%) e empresários que não sabiam qual era o capital de giro necessário para manter o negócio (39%).

Garantia

O diretor comenta que o recurso para cobrir o capital de giro é muito buscado pelos empresários de todo o Brasil. Hoje, a franqueadora possui mais de 100 unidades, e todas elas têm um bom desenvolvimento com essa frente. “A procura é de 15% diante dos demais financiamentos, perdendo apenas para financiamento imobiliário que tem muita saída”, conta.

No Banneg, o empresário consegue obter esse financiamento através do CGI (Crédito com Garantia de Imóvel) ao dar como garantia um imóvel que esteja em seu nome. Para estas operações, se enquadram imóveis comerciais de pequeno porte, como lojas comerciais, salas comerciais ou ainda imóveis residenciais que por ventura estejam no nome da empresa.

Em média, a linha disponibiliza crédito entre R$40 mil e R$4,5 milhões. O prazo de pagamento pode chegar até 240 meses, e os juros são definidos de acordo com a análise de cada cliente, contudo, leva-se sempre em consideração a pontuação que o cliente possua (SCORE). Em média, pode variar de 1%a.m.+TR até 1,40%a.m+IPCA ou no fixo até 1,70%a.m.

Contas equilibradas

Bellentani destaca que para um negócio ter sucesso o empreendedor precisa estar com as finanças equilibradas. Portanto, o capital de giro é uma parte do investimento que compõe uma reserva de recursos que serão utilizados pela empresa para suprir as necessidades financeiras ao longo do tempo e faz o negócio girar no mercado.

Via de regra, é comum que as empresas sempre tenham necessidade de recursos para compor capital de giro. “É uma alternativa para que a empresa tenha fôlego e mantenha os negócios em andamento dentro da normalidade, o que amplia as perspectivas de crescimento futuro. Mas vale ressaltar que uma adequada educação financeira é essencial para que o negócio prospere, com ou sem financiamento”, completa.

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Palavras-chaves: Franquias de crédito , Banneg