CNA mantem posição entre maiores franquias do Brasil em ranking da ABF

Em 27º lugar, rede conta com 763 escolas ativas em todo o país e reforça posicionamento como hub de educação complementar

O CNA está entre as maiores redes de franquias do Brasil, segundo o mais recente ranking da Associação Brasileira de Franchising (ABF), que listou as 50 maiores marcas do país em número de operações. A rede aparece na 27ª posição, com 763 operações ativas em todo o território nacional.

O resultado acompanha o crescimento do setor de franquias brasileiro, que encerrou 2025 com faturamento de R$ 301,7 bilhões, alta de 10,5% em relação ao ano anterior. O setor reúne 202.444 operações em todo o país e gera cerca de 1,76 milhão de empregos diretos. Dentro desse cenário, o segmento de educação segue relevante no ecossistema de franquias e movimentou R$ 16,4 bilhões em 2025.

Segundo Décio Pecin, CEO do CNA, a presença da rede no ranking reflete não apenas a força do modelo de franquias educacionais, mas também mudanças no papel da educação complementar no país.

A educação está passando por uma mudança importante. Aprender um idioma continua sendo fundamental, mas hoje isso vem acompanhado de outras habilidades, especialmente ligadas à tecnologia e às novas formas de comunicação digital. As famílias buscam formações mais completas, que preparem crianças e jovens para um mundo cada vez mais dinâmico”, afirma.

Nesse contexto, o CNA tem ampliado sua atuação para além do ensino de idiomas e reforçado seu posicionamento como um hub de educação complementar. Além do ensino de inglês e espanhol, a rede também passou a oferecer cursos ligados à tecnologia e inovação, como robótica, programação, inteligência artificial e creator economy, conectando habilidades globais e competências digitais cada vez mais relevantes para quem deseja se destacar no presente e no futuro.

“O ensino de idiomas continua sendo a nossa essência, mas entendemos que o aluno de hoje precisa desenvolver um conjunto mais amplo de competências. Ao integrar conteúdos como programação, robótica, inteligência artificial e creator economy, ampliamos o impacto da formação e acompanhamos as mudanças do mercado de trabalho”, diz Pecin.