De 20m2 para a maior franquia de bolos do país: a trajetória da Sodiê é uma inspiração viva de que é possível realizarmos muito mais do que os sonhos que podemos sonhar. E nesta páscoa, guiada pelo espírito de renovação, a marca lança uma linha que é a verdadeira materialização da sua essência, surpreende e desperta os sentidos na forma de esculturas de ovos de chocolates com assinatura exclusiva “Sodiê”.
A história começa um pouco antes, no ano de 2025, com a idealização da “Sodiê Chocolates”, quando a Sodiê chamou a Pande para falar sobre as expectativas em relação à identidade da nova linha.
Já reconhecida pela força no segmento de bolos e pela conexão emocional com o consumidor, a marca iniciava um novo movimento estratégico: ampliar seu papel no dia a dia das pessoas, indo além das ocasiões comemorativas.
Esse movimento nasce de uma leitura clara de mercado. O consumidor não quer apenas celebrar, ele quer se presentear, consumir no cotidiano e transformar pequenos momentos em experiências. E a criação dessa nova unidade de negócio tem esse papel estratégico de ampliar os momentos de consumo da marca para além do bolo e inserir a Sodiê em novas ocasiões de consumo, como o café, o presenteável e o consumo “on the go”. Mais do que lançar produtos com uma nova identidade, tratava-se de ampliar território e estudar o seu posicionamento.
A linha de chocolates nasce premium, tanto na escolha das matérias-primas quanto na construção de percepção. Trufas, presentes e produtos de indulgência passam a compor um portfólio que complementa e potencializa a oferta já existente da marca. Mas como a marca iria se apresentar agora? E foi aqui que a marca tomou a decisão de renascer fortalecida em sua essência e indo além de “Sodiê Chocolates” para “Sodiê”, preparando-se para novas expansões de portfólio e consolidação como marca de desejo, independente do momento de consumo.
Aqui, o Branding dá vida a uma estética que materializa a estratégia: criar valor “que se percebe” para competir em um novo cenário, com novos players expectativas. E foi a partir desse primeiro movimento, que a parceria deu um passo mais à diante, convidando a Pande para também compor a criação da linha Páscoa, o que marca nossa jornada como um dos momentos mais relevantes nesta categoria.
Desta vez, o desafio consistia em traduzir essa nova linguagem em embalagens que fossem, ao mesmo tempo, presenteáveis, desejáveis e capazes de despertar os sentidos, ainda na gôndola.
A estratégia requeria construir desejo e percepção de valor através da experiência visual, mas de forma a não romper com a identidade da linha de chocolates recém criada nesta parceria Pande e Sodiê.
Cada decisão, como cor, tipografia, materiais e janelas de visualização, foi pensada como ferramenta de negócio: aumentar a percepção de valor, facilitar a escolha e impulsionar a conversão.
Para completar, os produtos voltados para o público infantil apresentam uma paleta de cores leve e o nome Chocoelhito se expressa de forma elegante, condizente com a linha. Os visores transparentes das embalagens ressaltam os diferenciais de formatos e texturas dos ovos, como esculturas em uma galeria, só que aqui, preparados pela Sodiê para encantar e presentear. Ao abrir, os consumidores vivem uma experiência a mais, com a caixa Pop Up completando o ato de desembrulhar o seu presente de páscoa.
Contexto de mercado
Esse movimento da Sodiê não acontece isoladamente. Ele acompanha uma transformação relevante no mercado. O setor de confeitaria no Brasil segue em expansão, com crescimento médio projetado de cerca de 3,97% ao ano até 2029, impulsionado principalmente pela demanda por produtos premium, convenientes e indulgentes.
Além disso, o segmento de bolos, tradicional território da marca, vive um momento especialmente aquecido, com crescimento anual entre 3,5% e 5% e forte avanço das redes de franquia em todo o país.
Ou seja, mais do que crescer em volume, o mercado está sofisticando. E marcas que conseguem expandir seu portfólio com consistência, como a Sodiê, saem na frente.
Branding for Business: O case da Sodiê reforça um ponto central: branding não é sobre estética, é sobre crescimento.
Ao estruturar uma nova linha de produtos, organizar sua expressão visual e criar consistência entre portfólio e percepção, a marca não apenas lança novidades. Ela constrói novos caminhos de receita, aumenta ticket médio e amplia sua presença na rotina do consumidor.
Sai de um papel específico, como o bolo de ocasião, para um papel contínuo, como uma marca de indulgência e presenteável. E é exatamente aí que o branding vira negócio.






