Fluxo de caixa: como 2 empreendedores resolveram seus problemas

Publicado em 08/03/2017 por Imprensa

Conheça dois empreendedores que tiveram problemas com fluxo de caixa e conseguiram encontrar saídas para reverter a situação

A boa gestão de uma empresa depende do acompanhamento cuidadoso do fluxo de caixa. Ganhos e gastos precisam ser planejados e contabilizados para evitar surpresas desagradáveis no final do mês ou até inviabilizar a operação da companhia.

Dr. Paulo Zahr, sócio fundador e Presidente da OdontoCompany

A OdontoCompany, maior rede de franquias odontológicas do país, tem em seu DNA a proposta de oferecer um serviço de qualidade a preços acessíveis. Para isso, a rede trabalha com muitas vendas a crédito, com um número grande de parcelas. Mas a demora nos recebimentos chegou a trazer problemas de fluxo de caixa de alguns franqueados. Após muita pesquisa, a rede firmou parcerias com uma operadora de cartões e uma financeira, e lançou o cartão OdontoCompany. “Criar uma bandeira própria faz com que o fluxo da rede seja curto, mas para o cliente continua contando com a possibilidade de parcelar os pagamentos, um diferencial da marca”, conta Zahr.

Vicente Assink, franqueado do CEBRAC

Engenheiro de produção, Vicente Assink abriu uma escola do CEBRAC (Centro Brasileiro de Cursos), rede de franquias de cursos profissionalizantes, no fim de 2014, em Paranaguá (PR). Nos primeiros anos de operação, a unidade manteve o foco apenas na captação de alunos, contrariando algumas recomendações da franqueadora de diversificar as estratégias de negócios. Se por um lado, a escola começou a operar com uma quantidade alta de alunos, por outro, acabou tendo problemas com o fluxo de caixa. “Na época, me preocupei apenas com a quantidade de matrículas, e não em analisar se o valor das parcelas estava adequado para manter um fluxo saudável na escola”, conta Vicente. Com auxílio da franqueadora, as despesas da escola começaram a se equiparar ao faturamento e, para isso, a solução foi reavaliar o ticket médio e promover diversas estratégias para diminuir as faltas dos alunos e, consequentemente, a possível desistência dos cursos. “Hoje, estamos com menos de 4% de evasão, um índice excelente”, afirma o franqueado.

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Palavras-chaves: Franquias, Franquias de cursos profissionalizantes, Cebrac, Franquias de odontologia, Gestão de franquias, Odontocompany