FecomercioMG: Comércio segue em recuperação

Publicado em 19/05/2017 por Imprensa

Para 52% do empresariado de Belo Horizonte, desempenho das vendas, em abril, foi melhor ou igual ao registrado no mês anterior.

O comércio da capital mineira apresentou bom volume de vendas em abril, mantendo a trajetória de recuperação do setor. Mais da metade do empresariado local (52%) registrou um faturamento igual ou superior ao de março, percentual maior que o apurado no mesmo período de 2016 (48,3%). É o que indica a Análise do Comércio Varejista (ACV), pesquisa elaborada pela área de Estudos Econômicos da Fecomércio MG, com a finalidade de mensurar resultados e expectativas nos negócios.

O segmento de Combustíveis e Lubrificantes foi o destaque para abril: 33,3% dos entrevistados identificaram crescimento na comparação com o mês anterior. Em seguida, estão Tecidos, Vestuário e Calçados (25,7%) e Supermercados, Hipermercados, Produtos Alimentícios, Bebidas e Fumo (23,3%). “Além do acréscimo na renda da população, ocorrido por causa do saque das contas inativas do FGTS, percebemos que os feriados estimularam o setor de combustíveis. O empresário se manteve cauteloso, mas com boas perspectivas”, avalia a analista de pesquisa da Federação, Elisa Castro.

A aposta de 78,1% é de expansão das vendas em maio, em relação a abril, especialmente devido ao incentivo do Dia das Mães e à nova injeção de recursos do FGTS no mercado. No mesmo período de 2016, apenas 49,2% estavam otimistas, conforme dados do levantamento da Fecomércio MG. O setor de Móveis e Eletrodomésticos é o que tem mais empresas com perspectivas favoráveis: 96%.

Para atrair os clientes, a maioria (62,6%) dos empresários fará liquidações e promoções. Os postos de trabalho deverão ser mantidos em 91,8% das lojas, ao passo que 4,7% planejam ampliar a equipe. Outro dado interessante desta edição da ACV é o fato de o desconto para pagamento em dinheiro ter surgido, de forma expressiva, como uma das medidas contra a inadimplência. A iniciativa foi citada por 7,9% dos entrevistados.

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Palavras-chaves: Crise Econômica, Franquia em Minas Gerais, Pesquisas