Confira cinco histórias de pessoas que mudaram de área para empreender

Publicado em 16/05/2019 por Imprensa

Seja por aumento na qualidade de vida ou satisfação pessoal, esses profissionais realizaram sonho do negócio próprio por meio do franchising

A resiliência é uma habilidade cada vez mais exigida nos dias atuais. Em busca de um bom salário e condições de vida melhores, profissionais de praticamente todos os setores precisam se adaptar às transformações constantes do mundo moderno. Em busca de novos horizontes, muitas pessoas decidem recomeçar em uma nova área.

É o que revelam os dados da 7ª edição do Índice de Confiança Robert Half, empresa global de consultoria em recursos humanos. Em 2019, apenas 13% dos profissionais ouvidos declararam que gostariam de ficar no mesmo cargo e local onde trabalham atualmente. A maior parte (34%) respondeu que deseja mudar de empresa, 11% desejam mudar a área de atuação e 5% querem abrir o próprio negócio. 

Nesse cenário, o franchising pode ser uma alternativa interessante para quem quer respirar novos ares e de quebra se tornar empreendedor.

Confira abaixo cinco histórias de pessoas que mudaram o rumo profissional para empreender:

Gela Boca -  Denise Boleta- Da fotografia à sorveteria

Fotógrafa há 30 anos, Denise Boleta viu o rumo de sua carreira mudar ao se defrontar com a popularização dos smartphones com tecnologias cada vez mais avançadas, que com isso acabavam por diminuir a demanda de seus serviços. Em 2016, a profissional resolve arriscar, e muda totalmente de área ao tornar-se empreendedora com a compra de uma franquia da Gela Boca, rede de franquias de sorvetes que possui mais de 60 unidades nos estados do Paraná e interior de São Paulo.  A parceria deu certo, e não somente Denise largou de vez a fotografia como também possui três unidades da marca, e em 2018, somente em uma delas, teve um faturamento de mais R$ 1 milhão. Em 2019, a empresária planeja abrir sua quarta sorveteria da rede.

Mil e Uma Sapatilhas -  Renata Marcolino - Da fonoaudiologia à sapatilhas

Com dívidas acumuladas, a fonoaudióloga Renata Marcolino precisou recorrer a outra alternativa de renda com o propósito de auxiliar o marido em um momento de dificuldade financeira. A então fonoaudióloga decidiu apostar no comércio de sapatilhas populares para saldar a dívida da família. A criação do negócio começou com as revendas dos calçados dentro do porta mala do carro da funcionária pública, que usava o veículo para ir até as casas de suas clientes. Após a experiência, Renata continuou com a revenda durante dois meses e comercializou mais de mil pares de sapatilhas. A partir disso, a funcionária pública apostou em montar um espaço físico. A inauguração aconteceu em 2015 no Tatuapé e 13 revendedoras faziam parte do time da marca. Durante o primeiro dia da loja, foram comercializados 500 pares de calçados. O sucesso foi enorme e fez a empresária buscar um fornecedor próprio para abastecer o estabelecimento. Nascia ali, a Mil e Uma Sapatilhas, marca que comercializa calçados no varejo e que possui mais de 140 unidades. Somente em 2018, o negócio faturou R$ 40 milhões e abriu uma fábrica própria.

Vazoli – João Paulo – Do direito ao crédito

Formado em direito pela Faculdade Católica do Tocantins, João Paulo Rodrigues Aguiar, de 28 anos, atuava como advogado e tinha um escritório, porém estava insatisfeito com sua rotina. O jovem sentia a necessidade de ir além, e começou a pensar em ter um negócio próprio. Com interesse na área financeira, começou a buscar franquias no segmento. Em uma pesquisa encontrou a Vazoli, rede de franquias de crédito. Interessou-se pela marca, e além do atrativo modelo de negócio o suporte da franqueadora foi o fator definitivo para em 2017 investir em uma unidade da rede. Hoje, com dois de anos atuação na área, possui um faturamento médio de R$ 4 milhões por ano.

PremiaPão -  Gilsemir Pereira -  Dos bancos à publicidade no saco de pão

Com experiência em banco há 10 anos, o pernambucano Gilsemir Pereira estava incomodado, pois sentia uma falta de liberdade muito grande ao exercer o papel de funcionário. Em um curso de pós-graduação de Gestão de Pessoas, a ideia de partir para o empreendedorismo começou a se tornar cada vez mais atraente. Por ser um modelo de negócio já testado, encontrou no franchising a oportunidade ideal para transformar seus planos em realidade. Ao conhecer a PremiaPão, rede de microfranquias que vende espaços publicitários em sacos de pão, ficou impressionado tanto com a estrutura da empresa como também com o suporte da marca ao franqueado. Decidido, em uma semana já tinha investido e adquirido uma franquia da rede. Hoje, Gilsemir mudou totalmente de área, e com a franquia da PremiaPão é empresário a mais de dois anos.

Nutrimais -  Gilliard Vitali -  Da área portuária ao agronegócio

O capixaba Gilliard Vitali sempre teve uma forte ligação com a natureza. Nascido no interior do Espírito Santo, trabalhou como portuário por 11 anos, porém, sentia a necessidade de se conectar às suas raízes e também ganhar uma renda extra. Ao encontrar a Nutrimais, rede de microfranquias de agronegócios voltada à nutrição animal, ficou fascinado, pois além de ver na marca uma oportunidade de trabalhar com pessoas do campo, achou seus produtos inovadores, já que suplementos alimentares para animais era uma novidade na região. A sete meses Gilliard tornou-se empreendedor e adquiriu uma franquia da Nutrimais. Segundo o empresário, o próximo passo é mudar totalmente de área, deixar de vez o setor portuário e dedicar-se somente ao agronegócio.

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