“Capital de Giro é fundamental para manter empresa no azul”, diz diretor da TRC Sustentável

Publicado em 04/11/2015 por Imprensa

De acordo com o Sebrae, falta de gestão financeira contribui para fechamento de empresas

Ter um perfil empreendedor não é suficiente para que um empresário administre apropriadamente o seu negócio e mantenha os caixas de sua empresa sempre com saldos positivos. De acordo com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), o índice de mortalidade dos negócios tradicionais é de 24,9% a cada dois anos, e a falta de gestão financeira contribui significativamente para isso.


Entre outros atributos que dão vida à empresa, o capital de giro é a principal dela. Este quesito nada mais é do que todo o dinheiro em caixa, somado às mercadorias, estoque e as contas a receber. Pontos que todo empresário deve saber lidar, explica o diretor executivo da rede de franquias TRC Sustentável, Anderson Silva. “Começamos pela vertente de que qualquer empreendedor precisar ser disciplinado e saber lidar com a realidade financeira de seu negócio”, falou.
Silva dirige a marca que é focada na gestão d’água. O serviço consiste em ir até o cliente, fazer um diagnóstico dos problemas, propor estratégias e prever quanto será possível poupar. Aprovado o orçamento, são adotadas medidas como ajustes em registros de pressão, caixas acopladas e válvulas de descarga.


Recursos financeiros que podem até ser comparados com a crise hídrica. Em ambos os casos é necessário ter gestão e saber administrar bem os recursos para ter o sucesso nos negócios.


O negócio que faz sucesso pelo Brasil, contém atualmente 30 unidades espalhadas pelo país. Anderson revela que a orientação financeira faz parte do treinamento que oferece aos seus franqueados, e é tratado como item crucial. “Além disso, temos as RAFs (Reunião de Apoio ao Franqueado), onde detectamos as possíveis dificuldades na hora de fechar uma venda ou um contrato de comodato. Junto a isso, nosso investidor encontra o suporte nos departamentos financeiro, contábil e jurídico. Esses profissionais estão à disposição dos franqueados para todo o auxílio”, conta.


Mas como seria administrar o capital de uma franquia? Apesar de parecer complicado, o empresário explica que o principal passo vem de uma filosofia já utilizada pelos mais antigos. “É fundamental que ele tenha os “pés no chão”! O franqueado precisa entender que é necessário ter condições de sobreviver aos seis primeiros meses sem depender da receita da franquia. É imprescindível ainda, ter a capacidade para administrar o negócio com responsabilidade, saber calcular seu ciclo de negócio, verificar prazo médio dado aos clientes + período médio em que as mercadorias ficam em estoque e principalmente, não usar o caixa da empresa para pagar despesas pessoais”, explicou.


O pião precisa girar
No cotidiano das empresas, o Capital de Giro costuma oscilar, influenciado por fatores como as contas a receber, caixa disponível, contas a pagar, prazos de recebimentos de pagamentos e volume de vendas, à vista ou a prazo, e por muitas vezes a empresa precisa aumentar seu capital de giro. Segundo o Anderson, há uma dica boa para isso. “Reinvestir parte do lucro obtido. Esse recurso permitirá a empresa crescer em períodos favoráveis ou se proteger na época de turbulência”, relatou.


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Palavras-chaves: Franquias, Franqueados, Franquias sustentáveis, Sustentabilidade, SEBRAE, TRC Sustentável